ASSEPE debate saúde do(a) servidor(a) público em tempos de pandemia

 

 

Em tempos de pandemia, isolamento social e milhares de mortes em decorrência da covid-19, a doença do novo coronavírus, a live do Sintepe de 18 de junho último ficou por conta da Associação Civil de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco (ASSEPE). A diretoria da entidade trouxe para o debate online a saúde dos(as) servidores(as) públicos, seja ela física ou mental. 

 


A live teve início com um breve relato dos propósitos da ASSEPE. “É uma conquista importante porque todo servidor que precisar se vincular ao ASSEPE tem o direito de incluir sua família como dependente”, iniciou em suas palavras Florentina Cabral (Morena), presidenta da associação.


O SASSEPE presta assistência médica a aproximadamente 108 mil titulares, 64 mil dependentes e 14 mil suplementares, totalizando assim 186 mil vidas, de acordo com Morena. Mais de 60% da rede se encontra no Recife e Região Metropolitana e 40% nos municípios do interior do Estado. Morena também explanou durante o debate todos os números que são gastos pela instituição, desde mão de obra até os custos gastos com pagamento de profissionais vinculados a cooperativa.


A live foi transmitida pelas redes sociais do Sintepe (Youtube/TV Sintepe e Facebook) e contou com a presença de Beatriz Gomes, vice presidenta da ASSEPE, com mediação de Socorro Carneiro, diretora da ASSEPE e Jefferson Costa, educador e intérprete de libras.


Em suas palavras, a vice-presidenta Beatriz Gomes relatou grande prejuízo nos serviços médicos prestados pela associação por conta do distanciamento causado pela pandemia do novo coronavírus. Para ela, infelizmente, necessário para que houvesse e prevenção e proteção da vida de todos. “Com o distanciamento por conta desse vírus os atendimentos foram afetados. Nós servidores passamos esse período e ainda estamos sem poder desfrutar da assistência à saúde”, garantiu Beatriz Gomes.


Ainda segundo a integrante da ASSEPE o hospital dos servidores tentou uma experiência de atendimento apenas para pacientes com Covid-19 e emergenciais, o que na prática acabou não dando certo. Gomes também disse que a situação atual ainda é muito delicada e dentre as várias dificuldades a instituição enfrentou uma crise de abastecimento, todavia, ela ressaltou as doações vindas dos sindicatos e da população em geral.


Por se tratar de uma live que debateu uma das principais prioridades dos(as) servidores(as) públicos que é a saúde, muitas foram às perguntas e questionamentos de quem acompanharam a conversa digital, sendo algumas filtradas pela mediadora e respondidas pelas debatedoras. Durante a transmissão foi exibido o e-mail e o site do IRH ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. e www.irh.pe.gov.br) para quem tiver alguma dúvida quanto aos hospitais vinculados e demais esclarecimentos relacionados a consultas.


Quem é servidor(a) público e ainda não está associado a ASSEPE, acompanhou a live, teve a oportunidade que saber como se associar e poder usufruir dos benefícios prestados pela associação.

 

Contudo, nas considerações finais da conversa, tanto de Morena quanto de Beatriz Gomes, ambas falaram da luta ampla na garantia dos direitos e defesa do sistema para que todos(as) servidores(as) tenham suas assistências médicas garantidas em dia. Ao mesmo tempo chamaram a atenção para o cumprimento das regras de isolamento social, distanciamento físico e protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde e Organização Mundial de Saúde (OMS). Além disso, agradeceram todo o apoio que receberam e vem recebendo diariamente para que o trabalho continue de pé.

 

 

 

Texto: Ernandes Tavares

Edição: Jônatas Campos