Esclarecimento

O grande quantitativo de solicitação de esclarecimento, feito pela categoria, nos últimos dias, a respeito da proposta de reajuste salarial apresentada pelo Governo do Estado e acatada pela nossa base, em assembleia no dia 17, nos aponta a necessidade de, mais uma vez, expormos aqui a referida proposta:

- Para os professores com formação em nível médio (antigo magistério), o reajuste será de 11,36%, retroativo a janeiro de 2016 e pago no vencimento referente a outubro próximo.

- Para os professores com licenciatura plena, especialização, mestrado e doutorado, o reajuste será de 5% a partir de 1º de outubro de 2016 e mais 6,05% a partir do 1º de janeiro de 2017, totalizando 11,36%, considerando percentual sobre percentual. Para estes professores só haverá retroativo a 1º de janeiro para aqueles que estão abaixo do piso, antes da aplicação do reajuste (11,36%).

- Os funcionários Administrativos e Analistas Educacionais terão reajuste de 6,12% a partir de 1º de outubro, sem retroativo. No caso dos Analistas o reajuste será também sobre a gratificação de função Técnica-Pedagógica.

Em se tratando dos Contratos Temporários a negociação será retomada na 1º quinzena de julho, bem como no tocante aos demais itens de Pauta de Reivindicações da Campanha Salarial Educacional 2016.

No caso do calendário de pagamento, tratamos desse assunto também na mesa de negociação, o Secretário de Administração colocou que o Governo está usando como parâmetro o quinto dia útil após o mês trabalhado, para efetivar o pagamento dos servidores. Por via das dúvidas já recorremos à justiça objetivando assegurar que o pagamento dos nossos salários não ultrapasse a referida data. Até agora a justiça não se posicionou. Estamos atentos e acompanhando.

 

Agenda

 

28/06 – Plenária dos Aposentados, 14h, no  SINTEPE.

29/06 – Ato em Defesa da democracia, da educação pública e dos direitos dos trabalhadores em educação, em frente ao MEC. O ato organizado pela CNTE tem como objetivo protestar a plataforma do governo interino, pautado no programa: “Uma Ponte para o Futuro”, que representa uma ameaça concreta ao direito à educação pública e às conquistas dos/as trabalhadores/as em educação na última década.